domingo, outubro 22

Lula, Alckmin e a política econômica

Arrisco-me novamente a escrever sobre que não entendo profundamente (o outro foi cinema). E que poucos entendem. Economia. Infelizmente, já que ela é tão importante para a vida de todos, embora a relance, não pareça. Saiu-me que, é a partir dela, principalmente, que se melhora as condições do povo.
Isso me passou pela cabeça ao ler o blog do jornalista Carlos Sardenberg, que discutia a política econômica de Alckmin e Lula, analisando seus pontos diferentes e em comum. De relance, segui o raciocínio: Lula e Alckmin querem, indubitavelmente, melhorar o Brasil, senão não se candidatariam a presidência. Todas as nações desejam alcançar a soberania, e ela passa certamente pela riqueza. Resumindo, vontade significa pouco se não tem dinheiro. Fazer hospitais, escolas, ou casas populares não é possível se os cofres do tesouro não estão cheios. Lula e Alckmin claro que queriam coloca-los de pé e encher as o estomago e as mentes do Brasil, até porque os sublinhariam seus respectivos nomes, nas páginas dos livros e da história.
Cortando o devaneio e voltando a Sardenberg. Ele discutia como o presidente encheria ou evitaria a esvaziação (não sei como ele está) dos cofres do tesouro. Alckmin e Lula convergem nos mesmos pontos, manter o cambio flutuante, metas de inflação similares e manter o superávit primário nas contas públicas. Porém divergem, em pelo menos em um ponto: Os gastos públicos. Alckmin tem a receita prontinha. Cortar os gastos públicos, levando a menos impostos, menos juros e mais crescimento. Só que ele titubeia, vai daqui pra li, e nos fins das contas, não sabe como faze-la, porque, segundo dados do Ministério da Fazenda, 70% dos gastos federais estão com pessoal (salários) e a previdência (INSS) e 30% com programas sociais, como por exemplo o Bolsa Família. Ele fala em cortar ministérios, comissionados e implantar leilões eletrônicos mas nem toca em uma reforma previdenciária, que não está disposto a fazer. Já a Lula, continua o mais do mesmo. Mesmos gastos, carga tributaria alta e menos crescimento.
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